O lado negro da Resiliência

Contenido principal del artículo

Florencio Vicente Castro

Resumen

Os indivíduos resilientes são descritos como indivíduos de forte personalidade, com experiência de adversidade, sem quaisquer sintomas de pós-stress traumático e pese embora a agrura vivenciada alcançam sucesso. Todavia ao aplicar a metáfora dos materiais aos seres humanos, reconhecemos que nos materiais resistentes como o betão podemos observar o perigo da ruptura ao primeiro sinal de excesso de aplicação de força pelas fissuras evidenciadas no material, porém em materiais resilientes como o elástico, observa-se que recupera o seu estado de harmonia inicial e prévio à força, ainda que de grande extensão, a que fora submetido, sem qualquer sinal de vulnerabilidade, ressalvando porém que submetê-lo a uma força de extensão dramática ou a extensões sucessivas, sem período suficiente de intervalo entre si, implicará a ruptura sem pré-aviso, entendendo assim que a ruptura não sucedera apenas pela sua natureza flexível e adaptável ou pela incapacidade de não “sentir” a força, mas porque nesse momento a carga fora suportável e obteve tempo suficiente para recuperar. Compreendendo então a importância do factor intervalo de tempo, para a recuperação, bem como o perigo de ruptura súbita para a resiliência, este estudo tem assim como objectivo encontrar o padrão dos biomarcadores associados com a carga alostática e perda de resiliência para prevenir a ruptura súbita. 

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Detalles del artículo

Sección
Artículos
Biografía del autor/a

Sofia Nobre, CEPESE/FCT

Investigadora PosDoc - Resiliência e Qualidade de Vida (Cepese/FCT)

Doutorada em Psicologia – Desenvolvimento e Intervenção Psicológica pela Facultad de Educación - Universidad de Extremadura, Badajoz - España

Mestre em Psicologia Clínica - Psicoterapias pelo ISMT, Coimbra - Portugal

Formação artística pela Ecole Supérieure des Arts et Techniques de la Mode - ESMOD International, Paris - France

Life Coaching - Programação Neurolinguística, Liderança e Excelência Pessoal

Terapeuta Reiki Essencial

Autora das obras poético-visuais "Fúria de Aforismos" e "Limiar da Luz, Fio de Sol" - Edições  MinervaCoimbra

Membro da Asociación Internacional de Psicología Evolutiva y Educativa de la Infancia, Adolescencia, Mayores y Discapacidad –INFAD

Florencio Vicente Castro, Universidad de Extremadura

Catedrático de Psicologia Facultad de Educación da Universidad de Extremadura, Badajoz (España).

Académico de la Academia Internacional de Psicologia.

Asesor del Foro Permanente de la Europa Social.

Premio Juan Huarte de San Juan de Psicología 2010.

Doctor "Honoris Causa” UAE. Paraguay

Citas

Albuquerque de, A., Soares, C., Martins de Jesus, P. & Alves, C. (2003). Perturbação Pós-Traumática de Stress (PSPT) – Avaliação da taxa de ocorrência na população adulta portuguesa. Acta Médica Portuguesa 16:309-320.

Bowirrat, A., Chen, T.J., Blum, K., Madigan, M., Bailey, J.A., Chuan Chen, A.L., Downs, B.W., Braverman, E.R., Radi, S., Waite, R.L., Kerner, M., Giordano, J., Morse, S., Oscar-Berman, M. & Gold, M. (2010). Neuro-psychopharmacogenetics and Neurological Antecedents of Posttraumatic Stress Disorder: Unlocking the Mysteries of Resilience and Vulnerability. Curr Neuropharmacol 8(4):335-58.

Bowes, L., Jaffee, S.R. (2013). Biology, genes, and resilience: toward a multidisciplinary approach. Trauma Violence Abuse 14(3):195-208.

Chan, A.O., Chan, Y.H. & Kee, J.P. (2012). Improving resistance and resiliency through crisis intervention training. Int J Emerg Ment Health 14(2):77-86.

Charney, D.S. (2004). Psychobiological mechanisms of resilience and vulnerability: implications for successful adaptation to extreme stress. The American Journal of Psychiatry 161(2):195-216.

Churchland, P.S. & Winkielman, P. (2012). Modulating social behavior with oxytocin: how does it work? What does it mean? Horm Behav 61(3):392-9.

Cicchetti, D. (2010). Resilience under conditions of extreme stress: a multilevel perspective. World Psychiatry 9(3): 145–154.

Connor, K.M. & Davidson, J.R. (2003). Development of a new resilience scale: the Connor-Davidson Resilience Scale (CD-RISC). Depression and Anxiety 18:76-82.

Connor, K.M. & Zhang, W. (2006). Recent advances in the understanding and treatment of anxiety disorders. Resilience: determinants, measurement, and treatment responsiveness. CNS Spectrums 11(10 Suppl 12):5-12.

Feder, A., Nestler, E. J. &Charney, D.S. (2010). Psychobiology and molecular genetics of resilience. Nat Rev Neurosci. 10(6): 446–457.

Franklin, T.B., Saab, B.J., Mansuy, I.M. (2012). Neural mechanisms of stress resilience and vulnerability. Neuron. 75(5):747-61.

Grafton, E., Gillespie, B. & Henderson, S. (2010) Resilience: the power within. Oncology Nursing Forum. 37(6):698-705.

Karreman, A. & Vingerhoets, J. J. M. (2012). Attachment and well-being: the mediatingrole of emotionregulation and resilience. Pers. Individ. Dif. 53:821–826.

Lopez, A. (2011). Posttraumatic stress disorder and occupational performance: building resilience and fostering occupational adaptation. Work.38 (1):33-8.

Nobre, S., Vicente Castro, F & Esteves, M. (2014). Resiliencia y satisfacción con la vida en la adversidade:las catecolaminas del nuevo paradigma. (Tesis Doctoral: http://dialnet.unirioja.es/servlet/tesis?codigo=41855)

Seery, M.D., Holman, E.A. & Silver, R.C. (2010). Whatever does not kill us: cumulative lifetime adversity, vulnerability, and resilience. Journal of Personality and Social Psychology 99(6):1025-41.

Ungar, M. (2011). The social ecology of resilience: addressing contextual and cultural ambiguity of a nascent construct. American Journal of Orthopsychiatry 81(1):1-17.

Werner, E.E. (1992) The children of Kauai: resiliency and recovery in adolescence and adulthood. Journal of Adolescence Health 13:262-268.

Wu, G., Feder, A., Cohen, H., Kim, J.J., Calderon, S, Charney, D.S. & Mathé, A.A. (2013). Understanding resilience. Frontiers Behavioral Neuroscience 7:10.